Ri o poeta inspirado na tortura, num pestanejar o mundo arde a dançar com demónios, cisnes negros voam num desfile de chamas.
o brilho cega o magnata e seus néscios e a utopia do homem agora é viver, referindo-me á sobrevivência como uma realidade, mas pergunto-me, quantas pessoas vivem sabendo que estão vivas?
Ainda não me achei neste inferno ensopado em ouro negro, insólita e indignada natureza, pobre mãe de filhos mortos.
Queimei-me, porque vivo?
O mundo pede boleia
Ao universo paralelo
Este palco sem plateia
O futuro do que era belo
A esperança fala comigo
Pedindo ajuda á poesia
Oh! Verso meu amigo
O mundo é de quem o cria
Rui Luis
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
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Lindo, mesmo amor @
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